Preparar melhor os agentes para a rotina diária que engloba desde o relacionamento com o público até a atuação em situações de estresse. Para ampliar o suporte institucional aos profissionais, a Guarda Civil Municipal conta com um núcleo especial de atendimento psicológico, psiquiátrico e de assistência social. Três profissionais realizam avaliações, trabalhos em grupo e psicotestes específicos para a realidade do trabalho executado na cidade
De acordo com o inspetor geral João Neto, o núcleo visa valorizar ainda mais o trabalho dos profissionais, ao ouvir as demandas e tentar solucionar problemas que ocorrem com os servidores no ambiente onde atuam. Em um futuro próximo, a intenção é obter maior controle da atividade, ao mostrar total preocupação e dedicação com cada um dos 1.246 guardas civis de Salvador. Aos poucos, os profissionais do núcleo têm conhecido o perfil desses indivíduos, a fim de que melhore, inclusive, o atendimento à população.
Atuação – Integrante do grupo de trabalho, a psicóloga Lilian Fortes possui mais de duas décadas de experiência na área institucional, em especial no setor de segurança, com atuação no Departamento Médico da Polícia Civil e na Secretaria Municipal de Saúde (SMS). Segundo Lilian, o trabalho tem início com uma avaliação prévia e pessoal dos agentes para, em seguida, utilizar abordagens específicas. “Estamos lidando com uma profissão de estresse constante. Portanto, é fundamental a execução deste trabalho para que sejam evitados inúmeros problemas que ocorrem no setor, como a propensão à violência e o abuso de álcool e outras substâncias psicoativas”, detalha.
Em geral, o trabalho é executado a partir da demanda. Será elaborado ainda um plano de atividades. A partir daí, acontece a aplicação de ações efetivas. “Em caso da necessidade de uma medida mais contundente, o profissional em que for constatado algo que mereça maior atenção deverá ser encaminhado para tratamentos específicos em outros órgãos de saúde”, explica a psicóloga.
A também psicóloga e supervisora do Grupamento de Operações com Cães (GOC) da GCM, Carolina Santana, possui 50 agentes sob o seu comando e destaca a importância da iniciativa. “O psicólogo, neste caso, deve agir como um agente transformador para esses profissionais. Ele deve contribuir para o desenvolvimento de um olhar mais sensível em relação aos agentes da instituição, respeitando a subjetividade de cada um e compreendendo que eles são frutos do meio. É possível buscar, dessa forma, uma nova relação da segurança pública com a sociedade”, finaliza.?
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