Reprodução Instagram
Kléber Cristian Escolano de Almeida, conhecido como Binho Galinha, deputado estadual pelo PRD, está no olho do furacão de uma investigação que sacode o cenário político da Bahia. A operação “El Patron” o coloca como líder de uma organização acusada de crimes como extorsão, agiotagem, e lavagem de dinheiro, com atividades que remontam aos anos 90.
Segundo o Ministério Público da Bahia, Binho assumiu o controle após o assassinato de Oldair José da Silva Mascarenhas, envolvendo-se em atividades ilícitas que incluem até o domínio do jogo do bicho. A investigação detalha como o esquema funcionava, desde a recepção de cargas criminosas até a manipulação financeira através de empresas de fachada e uma extensa rede de contatos que inclui nomes como “Macaco” e “Vini”.
Os bastidores dessa trama revelam uma complexa teia de atuação em vários níveis, desde o núcleo armado que garantia a segurança pessoal de Binho até as operações financeiras obscuras que movimentaram milhões de reais.
A operação “El Patron” desmantelou parte dessa rede, com a apreensão de bens e bloqueio de contas, expondo a profundidade das conexões ilícitas de Binho Galinha. O caso, ainda em curso, promete mais revelações, à medida que o MP e a polícia avançam nas investigações, destacando-se como um dos episódios mais notórios de crime organizado na política baiana.
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