A data magna dos baianos será celebrada virtualmente para evitar contaminação pelo novo Coronavírus no percurso entre a Lapinha e o Pelourinho pela primeira vez na história. Sem o tradicional cortejo cívico com os carros alegóricos dos caboclos, símbolos da independência, e nem a apresentação de grupos folclóricos ou culturais, o 2 de Julho deste ano será no estilo “virtual” por conta do vírus chinês.
Para o vereador bolsonarista Alexandre Aleluia o Dois de Julho “foi verdadeiramente um momento de retirar a tirania das cortes portuguesas do nosso povo. O povo baiano chegou a colocar 10 mil pessoas nessa batalha. Então, daí a gente olha a grandeza do nosso povo. É hora também de refletir o sacrifício que o nosso povo fez pela liberdade”.
A independência do Brasil na Bahia comemora o início da separação definitiva do país do domínio de Portugal pelas tropas do Exército e da Marinha Brasileira, em 2 de Julho de 1823 – ano seguinte ao anúncio da emancipação brasileira proclamada por Dom Pedro I (7 de setembro de 1822). As batalhas em solo baiano contaram com amplo apoio da população e foram essenciais para expulsar as tropas portuguesas que insistiam em ocupar algumas províncias brasileiras. Dentre os nomes hoje lembrados pela vitória estão Maria Felipa, Sóror Joana Angélica, General Labatut e Maria Quitéria.
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