Divulgação
Trinta anos depois do acidente aéreo que matou os cinco integrantes dos Mamonas Assassinas na Serra da Cantareira, em 2 de março de 1996, o Brasil ainda canta em coro sucessos como “Pelados em Santos”, “Vira-Vira” e “Robocop Gay”, músicas de um único álbum lançado em 1995 que vendeu mais de 3 milhões de cópias, segundo dados da indústria fonográfica, transformando Dinho, Bento Hinoto, Júlio Rasec, Sérgio Reoli e Samuel Reoli em fenômeno nacional em menos de um ano.
A comoção que parou o país, a dor das famílias e a dimensão da perda marcaram uma geração, mostrando que, mesmo três décadas depois, a irreverência da banda segue viva nas rádios, nas festas e na memória afetiva de milhões de brasileiros.
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