Sem argumentos sólidos, advogados do ex-presidente Lula apelam constantemente para chicanas, uso de chavões (muitos de baixo nível) e jogo sujo. A defesa do Lula chega ao cúmulo de apontar que procuradores federais estariam utilizando a teoria da “elasticidade dos veredictos” inspirados na Alemanha de Hitler, ou seja, que a posição do Ministério Público Federal é contrária às provas apresentadas nos autos do processo: “não tem provas que me incriminem, deviam me pedir desculpas”… e por ai vai. Um absurdo.
Estão ao alcance do juiz federal Sérgio Moro, Procuradores, advogados da defesa e, em breve, todo e qualquer cidadão comum, documentação e provas suficientes que demonstram que o Lula ocultou a propriedade.
Apesar de todas as evidências os advogados do petista insistem na sua inocência, o que chega a ser obvio em qualquer processo judicial, porém com excesso de chavões. “Espero que Moro leia os autos e anuncie para o Brasil a minha inocência. Eu já provei que sou inocente. Quero que eles agora provem a minha culpa”, bradou o petista em entrevista à Rádio Tupi.
A vontade do petista é transformar um julgamento de crimes por corrupção, ocultação de patrimônio e lavagem de dinheiro em julgamento político. Uma coisa é certa, o fim deste primeiro processo contra o ex-presidente Lula deve restabelecer a crença de que no Brasil todos são iguais perante a lei.
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