O médico ginecologista argentino Leandro Rodriguez Lasta foi autorizado pelo Ministério da Saúde a voltar a exercer sua profissão de forma privada, anulando a medida cautelar que o havia punido por negar-se a assassinar um bebê na barriga da mãe e 2017. A resolução, de 11 de fevereiro deste ano, aponta que “a condenação de prisão e suspensão (do tribunal) não é definitiva e consentida”, por isso, fica “sem efeito de ofício, a medida cautelar” contra Rodríguez Lastra.
O caso – Em 2017, uma jovem mãe, de 19 anos, chegou com fortes dores ao Hospital Pedro Moguillansky, na cidade de Cipolleti, após ingerir misoprostol, administrado pela organização La Revuelta, para tentar um aborto clandestino. Lastra interveio quando a paciente chegou em risco de morte, com mais de cinco meses de gravidez. O bebê pesava cerca de 500 gramas. O ginecologista não fez o aborto porque, além de acabar com a vida da criança, colocava em risco a mãe.
A deputada abortista Marta Milesi, defensora do protocolo do aborto não punível e na época deputada pela província de Río Negro, foi quem denunciou o médico.
A Prefeitura de Lauro de Freitas, por meio da Secretaria Municipal de Infraestrutura e Serviços…
A Prefeitura de Salvador entregou, nesta terça-feira (21), a obra de contenção de encosta da…
Jaques Wagner será ouvido pela Polícia Federal no Caso Master. Apartamento, repasses milionários, dólares, euros…
ACM Neto acusa Jerônimo de inflar entregas após governador falar em 92%; levantamento aponta 33…
ACM Neto afirma em Camaçari que dois prefeitos de partidos da base de Jerônimo anunciarão…
Marcus Di Flora deixa a Secom enquanto prefeitos e lideranças rompem com a base de…
This website uses cookies.