Acidentes com fogos e fogueiras: saiba o que fazer e o que não fazer

Durante as festas juninas é comum o aumento no número de casos de queimaduras. O manuseio incorreto de fogos de artifício e o contato com fogueiras podem causar desde queimaduras leves a situações mais graves. Medidas simples, como manusear os fogos de forma adequada e optar por produtos licenciados, diminuem o risco de acidentes, assim como fazer fogueira em locais abertos, longe de árvores, fios e crianças, por exemplo.

Em caso de acidentes, saber o que fazer é importante, mas saber o que não fazer para evitar complicações ou sequelas é essencial. Professora do curso de Enfermagem da UNIFACS, Maria José da Silva Barros orienta sobre os primeiros cuidados. “Em caso de queimaduras leves, apenas com ardência e vermelhidão, é possível que sejam tratadas apenas com água corrente, para esfriar o local e interromper os danos pelo aquecimento da pele. Ocorrências mais graves devem ser tratadas nos serviços de emergências médicas”, frisa.


Práticas como passar pasta de dente, manteiga, café ou qualquer outro produto caseiro devem ser evitadas, conforme a profissional, que atua há 28 anos na área de saúde. Além disso, nenhum objeto aderido à pele deve ser retirado até a chegada ao pronto atendimento. As bolhas formadas não devem ser perfuradas.

Cuidados com fogueiras – Um dos símbolos das festas juninas, as fogueiras, assim como os fogos de artifícios, podem oferecer riscos se não houver cuidados. Assim, é preciso escolher a localização com cautela e evitar brincadeiras próximo ao fogo, principalmente correr em volta do fogaréu. É preciso manter uma distância segura.

Fogos de artifícios

– Devem ser manuseados apenas por maiores de 18 anos;

– Em caso de produtos infantis, como estalinhos, os pais devem orientar as crianças sobre como usá-los e, se possível, acompanhá-las;

– Soltá-los sempre em áreas abertas;

– Rojões e foguetes devem ser colocados na própria base e jamais acionados na mão;

– Não manusear os dispositivos após ingerir bebida alcoólica;

– Sempre acender o pavio na ponta, nunca no meio, e se afastar;

– Em caso de falha do dispositivo, não tente acendê-lo novamente, dê um tempo razoável e, em seguida, molhe com água.


Crédito: Bruno Concha/Secom/PMS

 


 


 

 

 

 

Emmanuel

Como me defino? Pernambucano, católico e ANCAP. Sem mais delongas... " Totus Tuus Mariae". "... São os jovens deste século, que na aurora do novo milénio, vivem ainda os tormentos derivados do pecado, do ódio, da violência, do terrorismo e da guerra..." Um adendo: somos dois pernambucanos contra um "não-pernambucano". Rs

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