A inauguração do novo espaço cultural foi marcada ao som da República dos Tambores, com os Filhos de Gandhy e Didá. Na oportunidade, o prefeito destacou que o Museu do Carnaval está sendo ocupado em um imóvel no Centro Histórico que estava abandonado, impróprio, insalubre e quase às ruínas, mas foi inteiramente reformado e requalificado para Prefeitura e pelo Iphan com um investimento de R$ 10 milhões através do PAC das Cidades Históricas, destinado a recuperação do prédio com forte apelo histórico como um dos cartões postais de maior destaque na cidade. “Este imóvel serve de destinação cultural e de visitação pública. Este patrimônio não poderia pertencer a cidade apenas pela beleza da sua arquitetura. Mais do que isso. Aqui, nós precisaríamos reforçar o nosso compromisso com as nossas raízes e com a nossa história como diferencial da nossa cidade, que é o seu povo. Essa é a grande diferença de Salvador. Isso que é o que nos faz uma cidade única no Brasil e no mundo, uma cidade desejada, querida e procurada por todos”, destaca o prefeito.
Para Neto, já não havia mais dúvida que a destinação do local teria que ser para contar a história do Carnaval, mostrar os diversos aspectos, ressaltar e enaltecer a maior festa popular de rua do planeta, que é o Carnaval de Salvador. “Posso como prefeito e também como cidadão e folião falar que me sinto lisonjeado. Eu fico feliz quando vejo outras cidades do Brasil e até cidades do mundo voltarem os seus olhos para tentar copiar um pouquinho do que é o Carnaval de Salvador. É tão bom. A gente sabe fazer tão bem que a gente deixa os outros tentarem imitar. Jamais vai sair igual, porque aqui tem uma coisa que não tem em nenhum outro lugar deste planeta, que é a alegria, a energia e sorriso do povo baiano”, enaltece Neto.
O secretário de Cultura e Turismo (Secult), Cláudio Tinoco, anunciou que ao longo dos próximos dias, a população de Salvador e todos aqueles que visitam a cidade terão a oportunidade de visitar a Casa do Carnaval. “Muitas pessoas contribuíram para que este sonho antigo virasse uma realidade e que neste 5 de fevereiro de 2018 pudéssemos entregar a cidade esta Casa de convivência e de celebração da memória desta festa que há 300 anos contribui para a formação do povo baiano, para a cultura de Salvador e da Bahia, para a musicalidade da nossa capital, mas também para a economia da nossa cidade”, ressalta.
Segundo Tinoco, o prefeito ACM Neto identificou desde o início da gestão a necessidade de implantar em Salvador uma série de equipamentos culturais e turísticos que pudessem inovar e renovar atrativos que o mundo inteiro aprendeu a celebrar, a gostar e a frequentar na capital baiana, a exemplo do Memórial do Rio Vermelho com a Casa de Jorge Amado e Zélia Gattai, foi assim a homenagem dois estrangeiros que escolheram a Bahia para se erradicar e construir a sua arte com os espaços de fotografia Pierre Verger, o Espaço das Artes de Caribé, os Fortes de Santa Maria e São Diogo, a recuperação do Teatro Gregório de Mattos e o Espaço Cultural da Barroquinha. “Esses palcos servem para o que nós temos de melhor para o nosso povo, que é a criatividade do baiano e do soteropolitano”, destaca Tinoco.
Mathias Jaimes e Rafael Santana
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