O prefeito ACM Neto e gestores municipais fez o lançamento do quinto eixo do Programa salvador 360 – Cidade Inteligente em solenidade que ocorreu nesta sexta-feira (20), às 10h, no Terminal Marítimo da Bahia, no Comércio. Esta etapa do programa visa propiciar a criação de um ambiente tecnológico na cidade para posicionar a primeira capital do país na lista de locais que utilizam a tecnologia na modernização de processos, solução de problemas e no próprio desenvolvimento econômico, com vistas a melhorar a qualidade de vida dos cidadãos.
Para dar continuidade a iniciativa do Salvador 360, que é impulsionar o desenvolvimento econômico e gerar emprego e renda, o Cidade Inteligente reúne e agrega 35 projetos e ações ligadas a tecnologia como uma importante política pública de Salvador. Além disso, visa promover o desenvolvimento econômico com base em empresas e soluções voltadas à inovação, assim como dar prosseguimento à eficiência e modernização da gestão e serviços públicos. Sendo assim, a proposta é fazer com que a capital baiana siga a tendência de ser uma cidade digital, mais ágil e eficiente, a exemplo das demais metrópoles do mundo.
A Secretaria Municipal de Desenvolvimento e Urbanismo (Sedur) coordena este eixo do programa que conta também com a participação das secretarias Cidade Sustentável e Inovação (Secis), de Gestão (Semge), de Mobilidade (Semob) e de Trabalho, Esporte e Lazer (Semtel), além da Companhia de Governança Eletrônica de Salvador (Cogel). A construção da iniciativa conta ainda com a participação de empresas, faculdades e universidades.
“Nós havíamos nos comprometido com a cidade, lançando o quinto de oito eixos do Programa Salvador 360. O nosso propósito e compromisso é até o fim do ano lançarmos todos os oito eixos do Programa Salvador 360. Nunca é demais lembrar que esse programa foi concebido e é estruturado exatamente com o objetivo de promover a ativação econômica na nossa cidade. Serão mais de 360 iniciativas nos mais diversos ramos da atividade econômica, todas elas, impulsionadas pela prefeitura com o objetivo de gerar emprego e um novo ambiente econômico para Salvador, seja através de investimentos públicos ou através de captação e parceria com investimentos privados”, disse Neto.
Para o prefeito, o eixo Cidade Inteligente mostra uma mudança de paradigma em Salvador. “A cidade mudou de patamar. Há quatro anos atrás era absolutamente impossível da gente imaginar a prefeitura liderando e coordenando um projeto dessa envergadura com tantas iniciativas, algumas delas, muito complexas e, jamais e em tempo algum, a prefeitura se dispôs a enfrentar, mas que, no entanto, agora, em função de tudo o que nós alcançamos e de tudo o que a cidade avançou nos últimos quatro anos, era possível sim a partir dos esforços e da concentração de energia da prefeitura, a gente encarar o desafio tão grandioso. Dos oito eixos, esse, certamente, é o que nos dá a maior demonstração dessa mudança de paradigmas e de patamar do quanto nós amadurecemos e avançamos e, sobretudo, do quanto a prefeitura hoje está preparada para transformar está cidade em uma cidade global capaz de competir com qualquer cidade do planeta. Antigamente, em função da falta de integração global, uma cidade como a nossa competia com as cidades do interior, com as capitais do nordeste e com demais capitais brasileiras. Hoje não. Nesse mundo conectado e globalizado, nós estamos lançados a competição com todas as cidades do planeta”, acredita o gestor.
Nesta etapa será realizado um processo de chamamento público. Conforme o prefeito, fundos de investimento já demonstram interesse em participar desse chamamento público. “A nossa ideia é captar fundos de investimento que vão aportar e aplicar recursos no desenvolvimento dessas startups. A prefeitura vai propiciar ambiente, fornecer o espaço totalmente preparado para que se instalem as startups, como também, vamos buscar investidores-anjos que serão os grandes propulsores. No Brasil e no mundo inteiro, existem investidores que têm o desejo de participar do risco de negócio, de entrar no começo enquanto que ainda só existe a idéia do projeto do startup, mas esse investidor acredita que a partir da idéia do futuro, vai se ter uma solução tecnológica completa. Ele entra, participa do investimento, torna-se sócio do risco, mas depois vem o resultado e a consolidação da startup que pode ter um grande retorno”, detalha Neto.
O secretário da Sedur, Guilherme Bellintani, um dos precursores do programa na cidade destaca que Salvador cria uma estrutura ideal e definitiva e deixa um exemplo de um modelo de produção, soluções de inovação em gestão pública e de exportação dessas soluções para o Brasil e para o mundo.
“Eu acho fundamental neste momento a compreensão em que a gente agora estrutura esse modelo de exportação, porque tudo o que a gente já usou de inovação e de tecnologia e o que a gente projeta usar, inclusive, na secretaria, tudo isso, é concentrado de forma que cada pessoa que vier a Salvador para saber como a gente pôde encarar, vai ver tudo o que a gente fez e o que a gente pode fazer na gestão pública. Salvador cria uma estrutura ideal e definitiva e deixa um legado de um modelo de produção e soluções de inovação e de exportação dessas soluções para o Brasil e para o mundo. Tudo o que a gente fez e o que que a gente deseja fazer, não vai só beneficiar somente a população de Salvador, mas passará a ser referência para várias outras cidades brasileiras e, porque não dizer, que será a cidade referência em inovação em gestão pública no mundo”, acredita o secretário da Sedur.
Bellintani vai à Bogotá à convite da prefeitura da mesma cidade, na Colômbia, para falar das inovações que que a cidade de Salvador desenvolve e vai desenvolver.
Para o secretário da Secis, André Fraga, a desigualdade social é o maior desafio na cidade do Salvador, mas acredita que para mudar esse cenário, uma grande linha de atuação tem se baseado no projeto startup com empresas que priorizam o impacto social no seu resultado.
“São empresas que geram lucro, mas tem também como responsabilidade gerar impacto social positivo dentro dessa agenda econômica e social. Salvador já possui um projeto de impacto social, pois começamos a entender que há um espaço a ser estruturado”, defende Fraga.
Mathias Jaimes e Rafael Santana
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