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Preocupada com a saúde pública em função da grande quantidade de óleo que atinge o litoral baiano, a ADAB (Agência Estadual de Defesa Agropecuária) distribuiu, nessa quinta (24), uma circular às empresas processadoras de pescados registradas no seu Serviço de Inspeção para que reforcem a vigilância e atentem para a Portaria 144, publicada pela autarquia em junho de 2019, que trata de boas práticas de comercialização, nos itens “análise laboratorial e rastreabilidade”.
O SISBI (Sistema Brasileiro de Inspeção de Produtos de Origem Agropecuária (SISBI/POA) é considerado equivalente ao SIF (Serviço de Inspeção Federal) fornecido pelo MAPA (Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento), que reconheceu nos procedimentos adotados nas atividades de inspeção da ADAB, padrões que atendem às exigências para a oferta de alimentos seguros.
“Já faz parte da rotina das empresas realizar os exames fisioquímicos e microbiológicos em toda a produção, no entanto, solicitamos maior atenção quanto ao cumprimento dos testes para garantir a inocuidade dos alimentos, nesse período que o óleo está presente no mar, uma vez que não sabemos o que pode causar à saúde humana”, ressalta o diretor-geral da ADAB, Maurício Bacelar.
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