O vereador e presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara de Vereadores de Salvador, Alexandre Aleluia (DEM), rebateu a acusação de Augusto Vasconcelos (PCdoB), que o acusou de ter usado motivação “ideológica” para barrar a mudança do nome da Avenida Adhemar de Barros, em Ondina, em Salvador, para Avenida Milton Santos.
Alexandre Aleluia argumentou que a mudança de nome esbarra na Lei 3.073/1979, que não permite “duplicatas ou multiplicata” de nomes de logradouros. Já existe em Salvador uma rua chamada Milton Santos, nominada através da Lei municipal 6.006/2001.
Além disso, o presidente da CCJ pontuou que relatório preliminar do Setor de Análise e Pesquisa da Câmara Municipal apontou tal inconsistência em seu parecer. O relatório foi reforçado pelo ofício 59/2021- GABVP que informou à Câmara Municipal de Salvador a existência de logradouro com o nome proposto por Vasconcelos.
Apoiador do presidente Jair Bolsonaro na Bahia, Alexandre Aleluia negou motivação ideológica para dar parecer contrário à mudança de nome da avenida.
“Já não bastasse a esquerda promover vandalismo histórico ao queimar estátuas como fizeram neste fim de semana em São Paulo, agora quer também apagar a nossa história de maneira ilegal”, disse “O Projeto é ilegal e a deliberação da CCJ foi correta”, concluiu.
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