Rosinei Coutinho / STF
O ministro Alexandre de Moraes, do STF, manteve o aumento do IOF, que incide sobre operações de crédito, câmbio e seguros, atendendo ao pedido da AGU de que “não houve desvio de finalidade” no decreto do governo Lula. O Ministro, porém, excluiu a cobrança sobre o ‘risco sacado’, modalidade em que empresas adiantam recebíveis com bancos, decretando que essa parte do decreto era “excesso normativo”.
A decisão restaura o decreto presidencial, derrubado pelo Congresso em junho (383 a 98 na Câmara), reequilibrando a relação entre Executivo e Legislativo.
Segundo o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, “90% do decreto é incontroverso” e a medida deve trazer R$ 12 bilhões em arrecadação em 2025. Com a exclusão do risco sacado, se perde cerca de 10% desse valor – menos de R$ 1,2 bilhão. Para o governo, manter o IOF é vital para cumprir o arcabouço fiscal; para o Congresso, o tributo virou símbolo de “uso arrecadatório indevido”.
O mercado espera que a decisão final saia ainda esta semana, com impacto direto no bolso de empresas e consumidores.
O candidato ao Governo da Bahia ACM Neto (União Brasil) participou, nesta segunda-feira (7), das…
O candidato ao Governo da Bahia ACM Neto (União Brasil) defendeu, nesta segunda-feira (7), Dia…
Cezar Leite endurece o discurso no 7 de Setembro, cobra apoio explícito a Flávio Bolsonaro…
Bruno Reis compara a eleição de 2026 com a disputa de quatro anos atrás, destaca…
Leandro de Jesus endurece o discurso no 7 de Setembro, cobra apoio explícito a Flávio…
A primeira convocação da seleção brasileira pós-Copa do Mundo está programada para a próxima quarta-feira…
This website uses cookies.