REUTERS / Jane Rosenberg
Algemado, vaiado e sob forte esquema de segurança, Nicolás Maduro compareceu nesta segunda-feira (5) à Justiça Federal de Nova York, acusado formalmente de narcoterrorismo, conspiração para tráfico internacional de drogas e associação criminosa. A promotoria americana sustenta que Maduro atuou por anos como chefe político do Cartel de los Soles, facilitando o envio de toneladas de cocaína para os Estados Unidos, em crimes que podem resultar em prisão perpétua, conforme a legislação federal americana.
A audiência foi marcada por tensão e simbolismo: além das algemas, Maduro ouviu vaias ao entrar no tribunal e chegou a desejar “feliz ano novo” de forma irônica ao público, enquanto Cilia Flores, também citada em investigações, o acompanhava.
Autoridades dos EUA reforçaram que o processo é resultado de anos de investigação, cooperação internacional e provas documentais, incluindo interceptações e depoimentos. O julgamento em Nova York representa um divisor histórico e desmonta de vez o discurso de perseguição política usado pelo regime venezuelano e a extrema-esquerda mundial.
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