Em evento internacional organizado pela Superintendência de Prevenção à Violência, da Secretaria de Segurança Pública, no dia 28 de março deste ano, o titular, Ricardo Mandarino deu a entender o seu posicionamento respeito às drogas.
Pauta principal da militância de extrema-esquerda no mundo inteiro, a liberação das drogar poderia, no entendimento socialista, acabar com a criminalidade.
Mandarino negou estar “atucanando” a liberação de entorpecentes “porque nenhum país liberou geral, eles controlam”.
Em meio de uma guerra civil, onde policiais militares são assassinados a caminho do trabalho, Mandarino propõe uma “política como se faz com o cigarro”
“O tráfico de drogas movimenta o dobro do que a Bahia arrecada de tributos, o estado é o sexto maior PIB do Brasil. O argumento que se usava sobre a bebida alcoólica é o mesmo que se usa hoje em relação ao uso das drogas, sobretudo o uso da maconha”.
“As pessoas que perdem o controle do uso social e moderado da droga são poucas, não é todo mundo que faz isso, a maioria das pessoas que eu conheço, que fuma maconha, são pessoas que trabalham todos os dias (…) tenho amigos que dizem que fumam cigarro de maconha todos os dias para dar uma relaxada”.
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