Ricardo Stuckert / PR
Em uma entrevista no Fórum Econômico Mundial, em Davos, o presidente argentino Javier Milei deu mais uma demonstração pública de desprezo político pela esquerda latino-americana ao ser questionado, em tom de piada, por um editor da Bloomberg News se daria o nome “Lula” a um de seus cachorros.
A resposta foi dura, direta e viral: “Jamais colocaria o nome de alguém de esquerda. Amo muito meus cães para insultá-los”.
A fala foi interpretada internacionalmente como uma crítica explícita ao descondenado petista Luiz Inácio Lula da Silva, símbolo maior da extrema-esquerda radial e violenta na América Latina.
Mesmo após a provocação, Milei deixou claro que não confunde diplomacia com submissão ideológica. Segundo ele, a relação entre Argentina e Brasil é institucional, ainda que o governo brasileiro seja comandado por um ex-presidiário descondenado.
O contraste é evidente: enquanto Lula tenta reconstruir sua imagem no exterior, Milei cresce em popularidade justamente por enfrentar, sem rodeios, os ícones da esquerda.
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