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O governador Jerônimo Rodrigues (PT) já prepara o 19º pedido de empréstimo em apenas dois anos e meio de gestão, empurrando a dívida da Bahia para a casa dos R$ 20 bilhões, segundo aviso publicado pela Secretaria da Fazenda. O governo diz que o valor, cerca de R$ 2 bilhões, seria usado para quitar precatórios. Mas a movimentação causou incômodo até em aliados, que apontam a ausência de obras estruturantes visíveis no interior do estado para justificar tantos financiamentos em tão pouco tempo.
A crítica que mais se repete entre os prefeitos é clara: o governo antecipa dinheiro em volumes bilionários, mas entrega pouco ou quase nada.
Enquanto o Palácio de Ondina tenta emplacar mais um cheque gordo, o que se vê nas ruas são escolas caindo aos pedaços, estradas esburacadas e hospitais em colapso. A pergunta que não quer calar é: onde foi parar esse dinheiro todo? De acordo com o Tesouro Nacional, a Bahia foi o estado do Nordeste que mais contratou operações de crédito em 2023, e agora avança para um novo recorde de endividamento.
Jerônimo, considerado o pior governador da história baiana, parece determinado a deixar uma herança bilionária para as próximas gerações sem entregar nada que justifique esse rombo nos cofres públicos.
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