Antonio Queiroz / Montagem #TVS1
A APLB-Sindicato voltou a agir com dois pesos e duas medidas. Em Salvador, onde a Prefeitura apresentou um reajuste que varia de 6,27% a 9,25% para os professores da rede municipal, a entidade foi às ruas, protestou, invadiu a Câmara e rejeitou a proposta. Já na rede estadual, onde o governo Jerônimo Rodrigues ofereceu apenas 6,27%, a APLB aceitou sem resistência, tirou foto ao lado do governador e comemorou publicamente.
A incoerência ficou evidente e levanta questionamentos sobre os reais interesses da entidade, controlada há mais de 20 anos pelo PCdoB.
Enquanto o piso nacional do magistério é de R$ 4.867,77, os salários em Salvador, com o novo reajuste, podem ultrapassar os R$ 9 mil para professores com carga de 40 horas. Mesmo assim, a APLB insiste em não reconhecer o avanço, tratando a gestão municipal com hostilidade, mas silenciando frente aos baixos percentuais do governo estadual.
Essa diferença de postura escancara o uso político do sindicato, que está muito mais preocupado em defender petistas, comunistas e socialistas militontos do que os interesses dos profissionais da educação de Salvador.
Duas turistas gaúchas foram baleadas na manhã desta terça-feira (24) nas proximidades da Praia da…
O presidente do STF, Edson Fachin, se reuniu com líderes do Congresso, como Davi Alcolumbre…
A arrecadação de impostos no Brasil atingiu R$ 325,8 bilhões em janeiro, a maior desde…
No início da madrugada de hoje (24), em deslocamento para a Operação Nova Orla, guardas…
A prefeita Débora Regis participou, na manhã desta segunda-feira (23/2), da cerimônia de posse dos…
O programa IPTU Verde, da Prefeitura de Salvador, registrou um novo avanço em 2026, atingindo…
This website uses cookies.