Um clube liderado por Donald Trump exige uma cuota social de US$1000 milhões para países que querem uma cadeira permanente, e a Argentina não estaria obrigada a pagar, conforme o estatuto divulgado pela própria assessoria do presidente americano. Essa cifra exorbitante contrasta com a situação econômica do país que vive uma crise financeira sem precedentes que reforça a dúvida sobre o pagamento ou não dessa responsabilidade.
Se a Argentina conseguir uma isenção, a decisão pode abrir um precedente perigoso na diplomacia mundial, enquanto as contas fiscais permanecem apertadas e a reserva de recursos é cada vez menor. O país pode não precisar pagar, mas o risco de gerir a situação sem perder espaço na discussão internacional coloca o governo à beira de um dilema com impacto direto na sua soberania.
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