Um clube liderado por Donald Trump exige uma cuota social de US$1000 milhões para países que querem uma cadeira permanente, e a Argentina não estaria obrigada a pagar, conforme o estatuto divulgado pela própria assessoria do presidente americano. Essa cifra exorbitante contrasta com a situação econômica do país que vive uma crise financeira sem precedentes que reforça a dúvida sobre o pagamento ou não dessa responsabilidade.
Se a Argentina conseguir uma isenção, a decisão pode abrir um precedente perigoso na diplomacia mundial, enquanto as contas fiscais permanecem apertadas e a reserva de recursos é cada vez menor. O país pode não precisar pagar, mas o risco de gerir a situação sem perder espaço na discussão internacional coloca o governo à beira de um dilema com impacto direto na sua soberania.
A crise no sistema penitenciário da Bahia do PT ganhou um nível ainda mais grave…
Reforçando as ações contínuas para manter a cidade limpa, a Prefeitura de Lauro de Freitas,…
Nesta sexta-feira (17), a Prefeitura de Salvador, por meio da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Urbano…
No Rio Vermelho, em Salvador, o Une Cozinha abre sua segunda temporada, nesta quinta-feira (16),…
O basquete mundial perdeu um dos seus maiores nomes nesta sexta-feira (17): Oscar Schmidt morreu…
O vereador de Salvador, Cezar Leite (PL), intensificou sua ofensiva jurídica contra o que classifica…
This website uses cookies.