Apple Inc
O próximo iPhone pode chegar mais caro ao bolso do brasileiro, e não é pouca coisa: analistas de mercado já projetam um aumento de cerca de US$ 100, o que convertido dá aproximadamente R$ 496 a mais no preço final, pressionado por uma combinação de fatores que vão desde crise global no fornecimento de memória até mudanças internas da própria Apple.
O CEO Tim Cook já admitiu que gargalos no setor de chips e memória podem afetar diretamente a produção e os custos dos smartphones, enquanto relatórios indicam que a empresa chegou a recuar em avanços no empacotamento do chip A20 justamente para conter despesas e atrasos, mostrando que nem a gigante está imune à pressão da cadeia global.
No fim das contas, o consumidor paga a conta, num cenário em que cada lançamento vira um teste de até onde o público está disposto a ir para continuar dentro do ecossistema da marca.
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