Reuters
O governo britânico divulgou uma nova leva dos chamados “Mandelson files”, com mais de 1.000 páginas de documentos, mensagens e e-mails ligados à polêmica nomeação de Peter Mandelson como embaixador do Reino Unido nos Estados Unidos. O problema é que Mandelson, figura histórica do Partido Trabalhista, tinha ligação conhecida com Jeffrey Epstein, condenado por crimes sexuais, e os arquivos mostram que havia alerta sobre “risco reputacional” antes da escolha feita pelo primeiro-ministro Keir Starmer. Para o eleitor comum, a pergunta é simples: se o aviso estava na mesa, por que o governo seguiu adiante?
A crise ficou ainda maior porque Mandelson acabou demitido em 2025, depois que surgiram novas informações sobre a extensão de seus contatos com Epstein, e agora Starmer tenta se defender dizendo que os procedimentos foram seguidos e que informações importantes não teriam chegado a ele da forma correta.
A oposição fala em erro grave de julgamento, aliados cobram explicações e o caso virou mais um símbolo de desgaste para um governo que já vinha apanhando nas pesquisas e dentro do próprio Partido Trabalhista.
Em Londres, a sensação é de que os arquivos de Epstein continuam abrindo portas que muita gente poderosa preferia manter trancadas.
Lauro de Freitas ficou em terceiro lugar no Brasil e em primeiro na Bahia no…
Sidninho e Randerson Leal trocaram acusações na Câmara de Salvador durante debate sobre a CEI…
Ken Paxton enfrenta James Talarico em uma corrida apertada ao Senado pelo Texas, enquanto os…
Alexandre Aleluia deve presidir a Câmara de Salvador. Se eleito, será o primeiro vereador conservador…
O ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal (STF), rebateu nesta terça-feira (3) críticas sobre…
As Academias Salvador, geridas pela Secretaria de Promoção Social, Combate à Pobreza, Esportes e Lazer…
This website uses cookies.