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Ataques de Antonio Pallocci contra Lula e Dilma e dinheiro de Geddel marcaram o 7 de Setembro

O prefeito ACM Neto (DEM) comentou nesta quinta (8), durante o desfile do 7 de Setembro, no Campo Grande, os últimos fatos políticos que chocaram o país: as revelações bombásticas do ex-ministro Antonio Pallocci (PT) sobre um “pacto de sangue” que envolve negociatas entre o ex-presidente Lula e o empresário Emilio Odebrecht e a descoberta, pela Polícia Federal, de R$ 51 milhões em um apartamento usado pelo ex-ministro Geddel Viera Lima (PMDB), que cumpria prisão domiciliar em Salvador.

Questionado se as denúncias contra Geddel, seu aliado político, podem afetar sua gestão e comprometer sua imagem, o prefeito ACM Neto, respondeu: “Em nada”. E indagou : “Quem é o prefeito da cidade?”. Neto é provável adversário de Rui Costa na disputa pelo governo em 2018 e o PMDB o principal partido da sua base, sendo representado no governo municipal pelo vice-prefeito Bruno Reis.

O democrata disse acreditar no trabalho da Polícia Federal e da Justiça, e cobrou celeridade nas investigações para que se chegue logo à conclusão da origem e propriedade dos recursos apreendidos pela PF.

“A lei vale para todos, do partido A, partido B; não interessa se é adversário ou aliado”, defende Neto, afirmando que não pretende tirar conclusões precipitadas “nem passar a mão em qualquer atitude errada”.

O vice-prefeito Bruno Reis, que foi indicado para o cargo por Geddel, descartou também danos ao PMDB na Bahia, com as graves denúncias contra a maior liderança do partido no estado. “Geddel já havia saído da vida pública, já não estava mais à frente do partido, não estava mais participando do dia a dia da política. Cada um tem seu perfil, seu modo de trabalhar, não creio que haja esse tipo de contaminação”, afirma o vice-prefeito.

Desde a prisão de Geddel, o PMDB vem sendo presidido interinamente pelo deputado estadual Pedro Tavares. Alguns filiados já falam em tirar o comando do partido de Geddel e do seu irmão, o deputado federal Lúcio Vieira Lima, que temem a rejeição do eleitor à sigla na eleição do próximo ano, ou mesmo uma debandada de prefeitos.

Bruno Reis argumentou que não é o momento de se focar em eleição, mas elogiou a gestão de Pedro Tavares à frente do partido, que, conforme ele, já tem promovido a renovação de seus quadros com atração de novas lideranças para o PMDB.

Fonte: A TARDE On Line

 

Emmanuel

Como me defino? Pernambucano, católico e ANCAP. Sem mais delongas... " Totus Tuus Mariae". "... São os jovens deste século, que na aurora do novo milénio, vivem ainda os tormentos derivados do pecado, do ódio, da violência, do terrorismo e da guerra..." Um adendo: somos dois pernambucanos contra um "não-pernambucano". Rs

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