Rodrigo Pimentel fez um alerta direto sobre o colapso da segurança na Bahia: “Há 20 anos, a Bahia não aparecia entre os 10 municípios mais violentos do Brasil. Hoje são seis ou sete”. Em pleno governo petista, com Jerônimo Rodrigues afundando ainda mais o estado, os dados escancaram a tragédia: foram 6.616 homicídios em 2023, segundo o Atlas da Violência.
Pimentel também desmontou o discurso esquerdista da desigualdade social como justificativa, lembrando que no governo de Jacques Wagner, mesmo com 680 mil empregos criados e 1,3 milhão de baianos saindo da miséria, os homicídios dobraram.
A realidade é clara: “É uma questão de polícia bem orientada e bem conduzida”.
A estrutura da Polícia Civil está em frangalhos. Segundo Pimentel, até 2030, 85% dos policiais civis estarão aptos a se aposentar e não há efetivo suficiente para cobrir todos os municípios.
“Eu confio na capacidade dos delegados e agentes, mas eu não sabia que a Polícia Civil estava tão desequipada”.
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