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As explosões registradas na Praça dos Três Poderes na última quarta-feira (13) movimentaram as forças de segurança de Brasília e acenderam o alerta para a possibilidade de um atentado. Francisco Wanderley Luiz, de 59 anos, apontado como o responsável pelos explosivos, deixou um cenário de tensão e mobilizou a Polícia Federal, que já instaurou um inquérito para investigar os motivos por trás do ataque. Segundo informações, Francisco, que também era conhecido como Tiü França e se identificava com valores conservadores, posicionou artefatos explosivos em dois pontos: nas proximidades do Supremo Tribunal Federal (STF) e no anexo 4 da Câmara dos Deputados.
O atentado incluiu a explosão de um veículo, que pertencia ao próprio Francisco.
Testemunhas e seguranças relataram que Francisco agiu de forma suspeita e ameaçou detonar os explosivos ao ser abordado. O segurança do STF, Natanael Carmelo, declarou à Polícia Civil que Francisco carregava uma mochila e lançou objetos que explodiram em sequência. Após o alerta, ele teria deitado, acendido o último artefato e aguardado a explosão fatal.
Em resposta ao incidente, a Esplanada dos Ministérios foi temporariamente fechada, enquanto equipes do Corpo de Bombeiros e da Polícia Militar cercavam a área, com o objetivo de garantir a segurança e controlar o cenário.
Francisco era conhecido por suas declarações “patrióticas” e se candidatou ao cargo de vereador em Rio do Sul (SC), em 2020, com apenas 98 votos. Ele usava o slogan “Ame tua casa, ame teu país, seja patriota” em sua campanha.
A Polícia Federal, que classifica o caso como de extrema gravidade, investiga se Francisco agiu de forma isolada ou com apoio de grupos extremistas, e o diretor-geral da corporação, Andrei Rodrigues, informou que “todas as hipóteses estão em análise”. Celina Leão, vice-governadora do Distrito Federal, declarou que Francisco tentou entrar no STF antes de realizar o ataque, aumentando a suspeita de que o ato poderia ser premeditado.
Em depoimento, a Polícia Civil identificou que Francisco alugou uma casa na cidade satélite de Ceilândia, a cerca de 30 km de Brasília, que pode ter servido de base para os preparativos do ataque. A ação causou intensa movimentação no Congresso Nacional, onde a Polícia Legislativa orientou parlamentares a aguardarem mais informações antes de decidirem pela continuidade das sessões.
O secretário de Segurança do DF, Sandro Avelar, afirmou que o reforço nas barreiras de segurança em torno da Esplanada dos Ministérios é uma prioridade diante do ocorrido.
A gravidade do incidente e os detalhes de sua preparação trazem à tona questões sobre segurança e possíveis falhas na proteção de áreas estratégicas do governo federal. Autoridades esperam avançar na apuração para esclarecer se Francisco Wanderley Luiz tinha vínculos com organizações ou ideais que incentivaram o atentado.
A Polícia Federal se mantém em alerta, com novas operações e medidas preventivas para evitar possíveis repetições do ocorrido.
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