As aulas na rede municipal retornaram, na manhã desta segunda-feira (27), no formato 100% presencial, no entanto “representantes” dos profissionais da educação apontam que não existiu nenhum tipo de acordo e que a posição oficial da APLB é que a gestão deveria continuar no modelo híbrido (online e presencial).
O retorno acontece após equipes da gestão Bruno Reis avaliarem que o momento éfavorável após meses de queda dos índices de novos casos de Covid-19, como resultado da campanha de vacinação.
“A minha postura foi de diálogo e entendimento. Nunca ameacei cortar ponto e salário. Antes de voltar às aulas fomos a única cidade do país que vacinou os professores. Fizemos acordo e as aulas voltaram”, disse em entrevista o prefeito Bruno Reis.
Representantes de um grupo minoritário de educadores do município, APLB Sindicato, liderado por filiados ao Partido Comunista do Brasil há mais de 20 anos, entendeu que a decisão de voltar ou não era deles.
A resposta de Bruno Reis foi a mais lógica e objetiva possível.
“A decisão de voltar a 100% presencial é administrativa até porque os professores estão nas escolas, em sala-de-aula. Temos a segurança necessária para isso seguindo todos os protocolos. Não há porque não falar em retorno presencial. Todo mundo já voltou, o mundo inteiro, inclusive a rede privada. Entendemos que é momento de voltar e estamos voltando. Comunicamos nossa decisão a todos. É uma decisão que cabe à Prefeitura e tomamos. O momento permite fazer esse avanço.”
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