Letícia Martins / ECBahia
O Tricolor de Aço foi eliminado da Libertadores após perder para o O’Higgins nos pênaltis, depois de empate no tempo normal, e deu adeus ainda na fase preliminar da competição.
A decisão foi marcada pela cobrança desperdiçada que selou a queda tricolor. Rogério Ceni explicou a escolha de Dell para a batida decisiva, afirmando que a definição partiu do desempenho nos treinamentos e da confiança demonstrada pelo atleta.
Com o resultado, o Esquadrão mantém um tabu negativo recente de clubes brasileiros que ficaram pelo caminho antes da fase de grupos, frustrando a torcida que lotou a Arena Fonte Nova.
A eliminação também tem impacto direto nas finanças: segundo estimativas divulgadas pela imprensa, o Bahia deixa de faturar valores que poderiam ultrapassar R$ 15 milhões considerando premiações por participação e possíveis avanços de fase, além de bilheteria e receitas extras. A Conmebol prevê pagamentos milionários já na fase de grupos, e ficar fora significa readequar planejamento esportivo e orçamento para a temporada.
Agora, o foco total se volta para o calendário nacional, com mais espaço para o Brasileirão e Copa do Brasil, mas com a pressão de transformar a frustração internacional em resposta dentro de campo.
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