Feito em IA - Nano Banano
A Bahia governada pelo PT desde 2007 acumulou uma marca que assusta mais do que muito discurso oficial consegue esconder: foram 110.507 homicídios registrados entre 2007 e 2024, período que passa pelos governos de Jaques Wagner, Rui Costa e Jerônimo Rodrigues, segundo a série histórica do Atlas da Violência, elaborado pelo Ipea em parceria com o Fórum Brasileiro de Segurança Pública.
O levantamento usa dados do Sistema de Informações sobre Mortalidade do Ministério da Saúde e mostra a Bahia entre os estados com maiores taxas de homicídio do país em 2024.
O tamanho da tragédia fica ainda mais forte quando comparado à Covid-19, considerada uma das pandemias mais letais desde a gripe espanhola.
Segundo boletim da Secretaria da Saúde da Bahia, o estado registrava 31.368 mortes por Covid-19 desde o início da pandemia até 24 de janeiro de 2023. Ou seja: em quase duas décadas de governos petistas, a Bahia teve mais de três vezes e meia o número de assassinatos em relação ao total de mortes confirmadas pela doença no período mais crítico da crise sanitária.
O vírus parou o mundo, fechou escolas, lotou hospitais e virou símbolo de medo coletivo. Mas, na Bahia, a violência produziu uma contabilidade ainda mais devastadora e permanente.
De Wagner a Rui, e agora com Jerônimo, o estado viu a segurança pública se transformar em uma ferida aberta, com milhares de famílias destruídas por ano enquanto o governo tenta empurrar a responsabilidade para fora do Palácio de Ondina.
A Covid foi uma tragédia global.
A matança baiana, porém, é uma tragédia política, administrativa e cotidiana.
Fontes:
Secretaria da Saúde do Estado da Bahia, Sesab
Boletim Epidemiológico Bahia Covid-19, nº 1000, de 24 de janeiro de 2023.
Foi daí que saiu o número de 31.368 óbitos confirmados por Covid-19 na Bahia desde o início da pandemia. O boletim informa: “1.784.159 casos confirmados desde o início da pandemia” e “31.368 tiveram óbito confirmado”.
Sesab, Panorama da Covid-19 na Bahia
Documento revisado em 24 de julho de 2023.
Usei como fonte complementar para o recorte histórico da pandemia, com série consolidada e leitura por períodos.
Atlas da Violência 2026, Ipea e Fórum Brasileiro de Segurança Pública
Relatório completo divulgado em 26 de maio de 2026.
Foi usado para os dados mais recentes da série, especialmente 2024, quando a Bahia aparece com 6.061 homicídios e taxa de 40,9 por 100 mil habitantes.
Portal Gov.br, Ministério do Planejamento e Orçamento
Página oficial de divulgação do Atlas da Violência 2026.
Usei para confirmar a publicação oficial do estudo e o arquivo vinculado ao governo federal.
Atlas da Violência 2019, Ipea e Fórum Brasileiro de Segurança Pública
Relatório usado para conferir a série histórica anterior, especialmente os anos de 2007 a 2017.
Portal oficial do Atlas da Violência, Ipea
Base oficial de consulta do Atlas, usada como referência geral da metodologia e da série histórica.
A ressalva técnica é importante: no Atlas, o dado é por UF de residência da vítima, não necessariamente por naturalidade. Então, para máxima precisão, a frase correta é: “homicídios de residentes na Bahia”, e não obrigatoriamente “baianos de nascimento”.
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A Bahia entregue às facções criminosas