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A reforma administrativa do governo da Bahia ainda está pendente de definições com três partidos: Progressistas (PP), Solidariedade e Podemos. Segundo Adolpho Loyola, chefe de gabinete do governador Jerônimo Rodrigues, encontros com essas siglas serão fundamentais para desenhar a nova estrutura da gestão estadual.
“Falta a gente fazer uma conversa mais fina, o trato, para a gente definir isso aí”, afirmou durante evento com prefeitos eleitos do PSB.
O Progressistas é uma prioridade para o governo, já que seus deputados federais e estaduais têm votado com a base. Contudo, o presidente nacional da sigla, Ciro Nogueira, sinalizou resistência à aliança com o PT em nível estadual e federal. Já o Avante, que aumentou sua presença no cenário político ao eleger mais prefeituras, pressiona por maior participação no governo. “Todo mundo quer mais espaço, é natural. Vamos conversar para fazer a equação caber todo mundo”, explicou Loyola.
A volta do PP à base governista é vista como estratégica, mas depende de articulações que não comprometem apenas o campo estadual. Ao mesmo tempo, o Solidariedade e o Podemos aguardam suas reuniões para apresentar demandas e alinhar suas participações.
Considerado o pior governador da história da Bahia, Jerônimo continua negociando carguinhos no Estado mais homicida do Brasil.
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