Divulgação Partido dos Trabalhadores
O Banco Central (BC) realizou uma das maiores intervenções de sua história nesta quinta-feira (19) para conter a disparada do dólar, que chegou a R$ 6,26 na quarta-feira, o maior valor já registrado. Foram injetados US$ 8 bilhões no mercado, divididos em dois leilões, sendo o último de US$ 5 bilhões, a maior operação desse tipo em 25 anos.
Apesar do esforço, o dólar fechou o dia a R$ 6,12, demonstrando que a pressão no mercado continua intensa.
Em coletiva, o atual presidente do BC, Roberto Campos Neto, ao lado do futuro presidente Gabriel Galípolo, reafirmou que a instituição possui “muita reserva” para combater desajustes no câmbio.
Galípolo descartou as alegações de membros do governo Lula (PT) de que o aumento do dólar seria causado por “fake news especulativas”. Segundo ele, o mercado financeiro compreende as intervenções como necessárias para evitar uma “disfuncionalidade de preços” e manter a estabilidade econômica.
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