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A crise envolvendo o Banco Master escancarou conexões políticas que passam pela Bahia e chegam ao coração do Judiciário. Documentos revelados nos principais meios de comunicação do pais mostram que o banco pagou R$ 5 milhões ao escritório da família do ministro Ricardo Lewandowski, valor dividido em contratos de “consultoria” firmados quando o magistrado já estava fora do STF.
O detalhe que pesa: a indicação do escritório partiu, segundo declaração pública, do senador Jaques Wagner, líder absoluto do PT da Bahia.
A relação não para aí. Wagner confirmou que sugeriu Lewandowski ao Banco Master, e o caso passou a ser analisado sob suspeita de tráfico de influência, já que o banco tem interesses diretos em decisões judiciais e regulatórias.
O escândalo ganha contornos ainda mais graves quando se observa o histórico político da Bahia: Wagner e Rui Costa comandaram o estado por quase duas décadas, período marcado por proximidade estrutural entre governo, bancos e figuras centrais do PT nacional.
Enquanto isso, o Senado acumula pedidos de impeachment contra ministros do STF, incluindo Dias Toffoli, num ambiente descrito por analistas como o mais propício em anos para uma reação institucional.
O caso Master virou símbolo de algo maior: para parte crescente da opinião pública, ou se salva o STF como instituição, ou seguem sendo expostos os interesses políticos que se misturaram ao Judiciário… com a Bahia aparecendo, mais uma vez, como ponto de origem dessas articulações.
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