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O Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos comunicou, por meio de e-mail encaminhado a sindicatos, que não dará continuidade às negociações por reajuste salarial dos professores federais, atualmente em greve. O governo exige a assinatura de um acordo até segunda-feira (27).
A proposta final do ministério, enviada no dia 15, prevê um reajuste de 4,5% ao ano para 2025 e 2026, enquanto os servidores pedem um aumento já a partir deste ano, com readequação de 7,06% em 2024, 9% em janeiro de 2025 e 5,16% para 2026.
A postura do governo Lula (PT) gerou insatisfação entre os grevistas. Gustavo Seferian, presidente do Andes (Sindicato Nacional dos Docentes de Instituições de Ensino Superior), criticou a intransigência do governo e afirmou que a categoria poderá apresentar uma nova contraproposta no dia 27 de maio. Professores de 31 instituições federais, incluindo universidades e institutos tecnológicos, estão em greve desde 15 de abril, exigindo também mais investimentos nas instituições.
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