Após a ação militar dos Estados Unidos contra a Venezuela que resultou na captura do narcoterrorista Nicolás Maduro, o presidente Donald Trump voltou a ampliar sua retórica e ameaças a outros países, acendendo alertas diplomáticos em várias regiões; em poucos dias, Trump mencionou que Colômbia, Cuba, México, Irã e até o território dinamarquês da Groenlândia aparecem como potencias “na mira” da política externa americana, numa escalada de tensões que reflete suas prioridades de segurança e combate ao narcotráfico e influencia nas Américas e além, segundo relatos da imprensa internacional.
A indicação de alvos foi feita em declarações públicas no fim de semana seguinte à Venezuela, com Trump acusando líderes como suposto líder narco, e presidente nas horas vagas, Gustavo Petro, da Colômbia, de permitir o avanço de grupos ligados ao tráfico de cocaína, e criticando o México por “cartéis dominarem o país”, além de mencionar Cuba como próximo ponto de pressão e o Irã em meio a protestos internos.
Em outro front, a ideia de controlar a Groenlândia por razões de segurança estratégica reforça o alcance global da estratégia americana, que tem provocado reações diplomáticas e preocupação em capitais latino-americanas e europeias.
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