Marcelo Casal Jr / Agência Brasil
Mais de 16 bilhões de logins e senhas foram expostos num vazamento que a Cybernews classificou como “a maior violação de dados já registrada”. A compilação teria sido extraída de 30 bancos diferentes e, segundo os pesquisadores, “não são apenas vazamentos antigos sendo reciclados, são dados frescos”.
Estão envolvidos serviços como Apple, Google, Meta, Telegram e até acessos governamentais.
O maior banco identificado, com 3,6 bilhões de credenciais, “estaria ligado à população que fala português”, o que pode incluir o Brasil entre os países mais afetados.
Apesar da gravidade, há divergências sobre a autenticidade do volume. A Hudson Rock aponta que seria necessário invadir 320 milhões de computadores para atingir esse número, o que seria “irrealista”. O pesquisador Troy Hunt também trata com cautela e diz que ainda “não está claro se é algo que podemos incluir” em plataformas de monitoramento como o Have I Been Pwned. Mesmo assim, o alerta é claro: os dados permitem acesso a “praticamente qualquer serviço online”, incluindo e-mails, redes sociais e apps de bancos.
O FBI já alertou contra links e SMS suspeitos.
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