Duramente criticado pelo ex-ministro da Cidadania e ex-chefe de gabinete de ACM Neto, João Roma, Bruno Reis não economizou adjetivos para descrever quem é o “conservador” pernambucano que virou bolsonarista da noite para o dia. “João Roma era o maior puxa-saco, o maior papagaio de pirata que ACM Neto tinha. Mostrou desespero porque Roma não chegou sequer a dois dígitos. Votar nele é votar em Jerônimo Rodrigues”, disse.
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