A canção da banda Psirico com o seguinte refrão “Eh, eh, eh, eh, mulheres no comando, mulheres no poder” não poderia deixar de vir em um momento mais apropriado como esse do Carnaval para evocar e reforçar o empoderamento das mulheres contra qualquer tipo de agressão masculina. Durante a inauguração do camarote da Câmara Municipal de Salvador no Campo Grande neste domingo de Carnaval (26), ao meio-dia, vereadores e representantes dos poderes públicos participaram do lançamento da campanha “Salvador: Carnaval da Alegria, da Música e do Respeito à Mulher” no combate à violência contra a mulher e defende o respeito, o direito e a liberdade do público feminino durante a folia.
O lançamento da campanha ocorreu durante uma coletiva de imprensa com a presença de autoridades, como as secretárias estadual, Julieta Palmeira, e municipal, Taíssa Gama, de Políticas para as Mulheres, da secretária municipal de Reparação, Ivete Sacramento, e da desembargadora Nágila Brito, responsável pela Coordenadoria da Mulher do Tribunal de Justiça. No momento da abertura do camarote, serão distribuídos milhares de abanos com informações sobre os locais onde as vítimas devem denunciar os abusos.
Para o presidente da Casa, vereador Leo Prates, a tolerância tem que ser zero para a covardia praticada por alguns contra o sexo feminino durante as festividades carnavalescas. “Queremos somar esforços para garantir a paz e o respeito aos direitos das mulheres”, garante Prates.
A presidente da Comissão dos Direitos da Mulher, vereadora Aladilce Souza (PCdoB), disse, na ocasião, que Salvador é a cidade da alegria, da música e do respeito à mulher. “Essa é a nossa campanha e espero que todos se contagie como cidadãos e foliões do Carnaval mas, principalmente, dizer que todo o ano, a gente deve repercutir esse problema, porque o respeito à mulher é fundamenal pra gente ter uma sociedade igual e com dignidade”, defende Aladilce.
De acordo com o Observatório da Secretaria Municipal de Reparação, as agressões cresceram 139% de 2015 para 2016. O número de casos mais do que dobrou, passando de 847 para 2025 registros. O circuito Osmar concentrou o maior número de ocorrências: 1570, contra 455 do Dodô. “Vamos denunciar o problema e buscar soluções com a criação de uma rede em defesa dos direitos femininos, integrando todas essas instituições nesse objetivo comum”, diz Leo Prates.
Mathias Jaimes e Rafael Santana
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