A Câmara Municipal de Salvador foi alvo de uma invasão violenta no último dia 22, durante votação do reajuste dos servidores. Com plenário transferido por segurança, manifestantes ligados a sindicatos ligados ao PT depredaram o patrimônio público, agrediram vereadores e tentaram impedir, à força, o funcionamento do Legislativo.
O presidente Carlos Muniz (PSDB) repudiou o ataque e lembrou que a Casa sempre manteve canais abertos com a população. “Temos a Tribuna Popular, a Ouvidoria e realizamos audiências públicas. Não há justificativa para a violência”, afirmou.
Mesmo após a invasão, Muniz se reuniu com APLB e SINDSEPS, provando que diálogo não faltou.
Já o prefeito Bruno Reis foi direto: “o que se tentou aqui foi impedir o funcionamento legislativo na marra”. Ele agradeceu aos vereadores Sidninho e Maurício Trindade pela coragem diante das agressões e cobrou investigação. Claudio Tinoco classificou a invasão como “atentado à democracia”.
Em grupos de WhatsApp, circulam vídeos das agressões e áudios de revolta contra sindicalistas e militantes de extrema-esquerda radical e violenta.
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