A entrevista de Carlos Muniz na tarde desta quarte-feira (8) escancarou um incômodo que já vinha crescendo dentro da base governista: o risco de candidatos com pouca votação acabarem eleitos enquanto nomes mais fortes ficam de fora.
Em entrevista coletiva, o presidente da Câmara foi direto ao explicar que, por causa do sistema proporcional e do quociente eleitoral, que em Salvador divide os votos válidos pelas 43 cadeiras; partidos bem organizados podem puxar candidatos menos votados, criando uma distorção que revolta quem está na rua buscando voto.
Sem papas na língua, Muniz deixou claro que não pretende aceitar esse cenário passivamente e afirmou que sua prioridade é montar um grupo competitivo de verdade.
Em discurso na Avenida Paulista, Flávio Bolsonaro disse que pouparia a voz para o debate…
Ato pró-Lula na Barra teve apresentações de Gilberto Gil, Daniela Mercury e BaianaSystem. Lei proíbe…
O ato de campanha de Flávio Bolsonaro (PL) reuniu apoiadores na Avenida Paulista, em São…
O prazo das inscrições para o concurso da Guarda Civil Municipal (GCM) de Salvador vai…
A Prefeitura de Lauro de Freitas realizou, nesta quarta-feira (14/10), uma visita técnica aos bairros…
A Prefeitura de Lauro de Freitas, por meio da Secretaria Municipal de Infraestrutura e Serviços…
This website uses cookies.