Imagem: Reprodução
A Record TV Itapoan promoveu na tarde de sábado (29), o debate dos candidatos ao governo da Bahia. O governador e candidato e reeleição, Rui Costa (PT) não particou por causa do falecimento de um familiar. Mesmo ausente, Rui foi o principal alvo do debate.
Marcos Mendes (PSOL), João Santana (MDB), José Ronaldo (DEM) e João Henrique (PRTB) se concentraram em críticas à gestão do petista. Além disso, o democrata, que é segundo lugar nas pesquisas de intenção de voto, segundo o Ibope e o instituto Big Data, resolveu apostar na estratégia do segundo turno. Após dizer que venceria o governador Rui Costa em primeiro turno, Zé Ronaldo, em vários momentos, pediu que a eleição fosse levada para o segundo turno, para “ampliar o debate”.
Na primeira parte do debate temas como saúde, segurança pública e desemprego foram debatidos.
No segundo bloco, o tema funcionalismo público voltou à pauta. João Santana afirmou que o candidato à reeleição, Rui Costa, foi considerado o “pior governador da história” para os servidores públicos. Já Marcos Mendes acusou o governador de perseguir os funcionários do estado. O candidato do MDB ironizou o valor do vale-alimentação pago pelo governo estadual.
No terceiro e último bloco do debate, o desemprego voltou para a pauta. Ao responder pergunta de João Henrique sobre o tema, João Santana disse que a economia do estado está “literalmente abandonada pelo governo”. O candidato afirmou que lavouras como as de cacau, mamona e sisal “estão abandonadas” e que vai recriar a EBDA, com nome de Emater, para possibilitar o desenvolvimento da agricultura na Bahia. Além disso, vai apostar no turismo, com a recomposição da Bahiatursa e construção de um novo centro de convenções.
João Henrique lembrou que, com a criação da Guarda Municipal de Salvador e ao trazer o Samu 192 para a cidade, produziu cerca de 1,5 mil vagas de emprego na capital baiana, quando prefeito.
No entanto, um dos momentos mais tensos do debate ocorreu entre Zé Ronaldo e Marcos Mendes. O candidato do PSOL relembrou que o ex-prefeito de Feira é réu por suposto crime de estelionato. Além disso, acusou o grupo político de Zé Ronaldo de aprovar o BRT de Salvador mediante acordo para salvar o presidente Michel Temer de virar réu em denúncias da Procuradoria-Geral da República (PGR).
“Muita gente está dizendo que, se você não for eleito e perder o foro privilegiado, você pode ser preso”, afirmou. Zé Ronaldo negou as acusações.
Informações do Bahia Notícias
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