Reprodução Instagram
Na manhã desta segunda-feira, o cenário político brasileiro ganhou mais um capítulo que promete dar o que falar. A Polícia Federal deu início a uma operação que mira nada menos que as atividades da Abin durante a gestão de Jair Bolsonaro.
O que chama atenção nessa história é que Carlos Bolsonaro, vereador do Rio de Janeiro e segundo filho do ex-presidente, está no centro das investigações.
A residência do vereador e as dependências da Câmara Municipal do Rio de Janeiro foram alvos de busca e apreensão, um movimento que certamente agita as águas da política carioca e nacional.
O enredo se adensa ao sabermos que assessores próximos a Carlos Bolsonaro também estão sob o radar da PF. As suspeitas? Eles estariam solicitando informações ao ex-diretor da Abin, Alexandre Ramagem, em uma trama que parece digna de um thriller político. Carlos, que ocupa uma cadeira na Câmara Municipal desde 2001 e já está em seu sexto mandato, é conhecido por ser o estrategista digital por trás da comunicação de seu pai. Até o momento, o vereador não se manifestou sobre as alegações e a operação, deixando um véu de mistério sobre suas próximas jogadas.
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