Que tal transformar resíduo poluente em receita para os cofres públicos? A Câmara de Vereadores de Salvador aprovou, na tarde dessa quarta (22), o Projeto de Lei que garante o reaproveitamento do óleo de cozinha utilizado na produção da merenda escolar das escolas da rede municipal de Salvador. Para o Vereador Toinho Carolino (Podemos), autor da proposição, a lei tem o objetivo de colaborar com o meio ambiente e com a gestão pública. “A
coleta seletiva e o reaproveitamento do óleo também contribuirão para a educação ambiental nas escolas. Meu desejo é que professores, funcionários e alunos se conscientizem da necessidade de preservar o meio ambiente”, frisa Carolino, também presidente da Comissão de Educação da Câmara.
A medida propõe a armazenagem do óleo residual de cozinha das escolas públicas, a partir da coleta diária. O material passa a ser conservado em recipientes e recolhido pelas associações e empresas cadastradas pela Prefeitura.
“O Projeto foi pensado como solução para os danos provocados pelo descarte inadequado do óleo na rede de esgoto, evitando a poluição de rios e mares. Estou feliz com a aprovação pois se trata de uma alternativa sustentável que vai garantir nova fonte de receita ao município”, enfatiza o vereador. Carolino ressalta que o lucro obtido pela Prefeitura deverá ser revertido para projetos de Educação Ambiental nas escolas.
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