A ofensiva do governo do Rio de Janeiro, que mobilizou cerca de 2.500 agentes, visava desarticular a facção Comando Vermelho nas 26 comunidades da Zona Norte, mas acabou gerando bloqueios de vias, uso de drones por criminosos e clima de terror entre os moradores.
Enquanto a polícia reporta dezenas de prisões (mais de 80 detidos até agora), moradores contabilizam mais de 120 corpos, levantando dúvida sobre quantos realmente se relacionam à operação. Esse número alarmante coloca o Rio em alerta máximo, com interrupção de aulas em 48 escolas, mais de 120 linhas de ônibus com trajetos alterados e funcionamento comprometido em serviços de saúde e transporte.
O alarmismo ultrapassa os limites fluminenses: o episódio serve de alerta vermelho para a Bahia, que já lidou com 6.616 homicídios intencionais em 2023, segundo relatório oficial.
Especialistas apontam que a expansão de facções como o Comando Vermelho e a falta de apoio federal podem fazer a violência que explode no Rio “refletir amanhã” em solo baiano. O governo estadual e municipal daqui precisam observar com urgência.
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