Em meio a várias campanhas sobre o Setembro Amarelo, o vereador Cezar Leite presidente da Frente Parlamentar de Saúde Mental e Prevenção ao Suicídio trouxe para Salvador, na última semana, o Fórum de Prevenção ao Suicídio e a Política Nacional de Saúde Mental. “Foi um evento muito importante para cidade, com nomes da psiquiatria nacional e internacional, apresentação de dados sobre suicídio, doenças mentais e politicas nacional de saúde mental. Um debate enriquecedor para o público, principalmente para os estudantes de medicina e psicólogos, que tiraram suas dúvidas sobre o assunto”, afirmou Cezar Leite.
O evento aconteceu no auditório do Salvador Business Center, que teve sua lotação máxima, e contou com palestras de representantes de associações, do município e dos Ministérios da Saúde e da Cidadania, rodada de perguntas e até música e depoimentos de pessoas com doenças como depressão.
Entre os palestrantes, estava Dr. Antônio Geraldo da Silva, presidente da Associação Psiquiátrica da América Latina – APAL, diretor e superintendente da Associação Brasileira de Psiquiatria, Dra. Miriam Gorender, representando a Associação Psiquiátrica da Bahia – APB, Dra. Mayra Pinheiro, da Secretaria de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde do Ministério da Saúde, Dra. Maria Dilma Teodoro, Coordenadora Geral de Saúde Mental, Álcool e Outras Drogas, o Secretário de Saúde de Salvador, Léo Prates, Dra. Sandra Peu, Diretora do Departamento de Articulação e Projetos Estratégicos do Ministério da Cidadania e Rejane Santos, presidente da Associação de Apoio a Familiares e Pessoas com Transtornos Mentais na Bahia – AFATOM.
Um dos pontos de destaque do Fórum foi à participação de Dr. Antônio Geraldo da Silva, que um dia antes recebeu o Titulo de Cidadão de Salvador das mãos do vereador Cezar Leite. O psiquiatra que trouxe o Setembro Amarelo para o Brasil, ressaltou as falhas nos sistemas de saúde como CAPs e foi claro sobre a importância de tratar a doença mental como doença com acompanhamento médico adequado. Ele reafirmou a importância do trabalho multidisciplinar de psiquiatras, psicólogos, enfermeiros, terapeutas ocupacionais, entre outros. Ele também deixou sua contribuição para Salvador, colocando-se a disposição para falar da politica de saúde mental atualizada e para orientar na aplicação desta na capital baiana. “Precisamos de todos os sistemas de saúde funcionando em Salvador”, disse Dr. Antônio Geral.
Na luta contra a desassistência e o fechamento do hospitais psiquiátricos há muitos anos, a presidente da AFATOM, Rejane Santos disse que o evento é um marco relativo à Política Nacional de Saúde Mental, à prevenção ao suicídio e o combate à Psicofobia. “Todos os palestrantes presentes trouxeram temas importantes que levaram conhecimento científico para os gestores presentes, familiares, pacientes, não só do ponto de vista de se implantar a nova política de saúde mental, ampliando os serviços, mas também a possibilidade da gestão municipal de Salvador implantar ambulatórios para atender a nova política e a prevenção ao suicídio”.
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