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Enquanto a China reage ao “tarifaço” de Donald Trump com novas taxas sobre produtos americanos, o dólar disparou no Brasil. Nesta quarta (9), a moeda abriu em alta de 1,46%, chegando a R$ 6,08. Ontem já tinha encerrado o dia a R$ 5,99, depois de bater R$ 6 ao longo do pregão. A guerra tarifária entre as duas maiores economias do mundo voltou com força, e quem paga a conta, como sempre, é o cidadão comum, ainda mais num Brasil entregue à petezada que assiste tudo caladinho.
A China anunciou tarifas de até 84% sobre produtos dos EUA, em resposta aos 104% impostos pelo governo Trump. E foi direto: “A decisão dos EUA é um erro atrás do outro”, disseram os chineses. Mas não pararam por aí: prometeram “lutar até o fim” se Washington insistir na disputa.
A verdade é que o dólar a R$ 6 não é só reflexo do cenário internacional. É também reflexo da fraqueza e da submissão ideológica do governo petista, que torce o nariz para os EUA, vive bajulando a China e ignora o impacto disso no bolso do brasileiro.
Fosse outro o presidente, com pulso firme e compromisso com o povo, o Brasil já estaria posicionado para proteger sua moeda e seus empregos.
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