Betto Jr SECOM
O estresse não é uma reação apresentada apenas pelos seres humanos. Quando as causas associadas permanecem por tempo prolongado, como mudanças no ambiente e rotina familiar, falta de socialização adequada e traumas passados, os cães e gatos ficam mais suscetíveis ao desenvolvimento de transtornos físicos e emocionais. Isso acaba levando à diminuição da qualidade de vida e ao aparecimento de graves problemas de comportamento.
Com o objetivo de chamar a atenção dos tutores sobre os sinais e alternativas preventivas, a Clínica Veterinária (Clivet) da Universidade Salvador (UNIFACS) vai realizar uma ação no último sábado do mês de abril, dia 27. Os serviços de triagem e orientação serão oferecidos na Clivet, localizada no bairro da Boca do Rio, das 8h às 12h. Para participar e ter acesso a informações, basta entrar em contato e efetuar o agendamento por meio do WhatsApp (71) 3203-2649.
Coordenadora da clínica, professora Simone Freitas diz que a ansiedade de separação, agressividade, fobia de ruídos e compulsão por lamber ou morder são as alterações mais frequentes. “Os indícios podem variar entre as espécies, mas a perda ou aumento de apetite, agitação, vocalização excessiva, reações destrutivas, isolamento, mudanças nos hábitos de higiene, tremores, salivação excessiva e diarreia são comuns”, explica.
Estratégias que ajudam a minimizar o estresse – Estima-se que 70% dos problemas comportamentais em animais de estimação são atribuídos à ansiedade, sendo o estresse um dos principais motivadores. Na tentativa de evitar situações que tendem a comprometer o bem-estar e a saúde dos bichinhos, a professora da UNIFACS, integrante do Ecossistema Ânima, traz as seguintes recomendações:
Proporcione um ambiente seguro e enriquecido para o pet expressar seus hábitos;
Mantenha uma rotina consistente de alimentação, exercícios e descanso;
Brinque ao menos 30 minutos por dia com o animal, para estimular seu corpo e a mente;
Forneça lugares confortáveis para que possam se esconder e relaxar;
Utilize técnicas de treinamento e reforços positivos;
Busque orientação de um médico veterinário ou especialista em comportamento animal.
Além das dicas, Simone enfatiza que os tutores nunca devem ignorar os sinais, por mais sutis que sejam, e deixar de lado o acompanhamento profissional preventivo. “Sempre que houver programações que envolvem mudança de ambiente ou introdução de um novo membro da família, independentemente da espécie, o ideal é procurar ajuda”, afirma a coordenadora da Clivet.
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