O BNDES, sob o comando de Aloizio Mercadante, sextuplicou os gastos com publicidade institucional nos primeiros 11 meses de 2024 em comparação ao mesmo período de 2023, passando de R$ 8,7 milhões para R$ 52,1 milhões. Entre os beneficiados estão empresas do grupo Globo e sites alinhados ao governo, como o Brasil 247, que recebeu R$ 130 mil.
O banco justificou o aumento citando campanhas emergenciais, como a atuação nas enchentes do Rio Grande do Sul, mas o salto gerou questionamentos sobre prioridades, já que o valor é um terço maior que o gasto total de 2023.
A discrepância é ainda mais visível quando se olha para o primeiro semestre, quando os gastos cresceram cinco vezes em relação ao ano anterior. O BNDES defendeu que o orçamento seguiu normas de governança e compliance e que o valor está abaixo do teto permitido pela Lei das Estatais. No entanto, a proximidade das verbas publicitárias com veículos pró-governo reforça a crítica de que o banco se transformou em um braço de propaganda política.
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