Ricardo Stuckert
O Brasil afunda cada vez mais na corrupção sob o comando do PT. Em 2024, o país registrou sua pior posição no Índice de Percepção da Corrupção (IPC) desde o início da série histórica, em 2012. De 2023 para 2024, o Brasil caiu de 104º para 107º no ranking global, com uma pontuação de 34 – muito abaixo da média mundial e das Américas.
A Transparência Internacional aponta como fatores negativos a falta de transparência no Novo PAC, o crescimento desenfreado das emendas parlamentares e a PEC da Anistia, que livrou partidos de punições por irregularidades. Enquanto isso, Lula segue em silêncio sobre a pauta anticorrupção e mantém no governo ministros indiciados pela Polícia Federal, como Juscelino Filho.
O relatório também escancara o avanço do crime organizado dentro do Estado brasileiro, um problema que, segundo a entidade, já atingiu um “estágio avançado”. Bruno Brandão, diretor-executivo da Transparência Internacional no Brasil, alerta que essa captura do Estado pela corrupção está se tornando irreversível.
A impunidade segue desenfreada, o Congresso mantém seu assalto ao orçamento público e o Judiciário dá cada vez mais sinal verde para os corruptos. Não à toa, o país está no mesmo nível de nações como Argélia, Nepal e Maláui. A extrema-esquerda radical tenta desviar a atenção do povo com pautas ideológicas, mas a realidade está aí: o Brasil se afunda na lama da corrupção sem qualquer perspectiva de mudança.
Sem um governo que tenha coragem de enfrentar o problema, o país seguirá refém de esquemas, conchavos e desvios, enquanto o cidadão paga a conta dessa farra.
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