Reprodução Instagram
A Argentina começou a colher os primeiros frutos da guinada liberal de Javier Milei. Após chegar a assustadores 52,9% no início do governo, a taxa de pobreza caiu para 38,1% no segundo semestre de 2024, segundo o Instituto Nacional de Estatísticas. O governo afirma que esse resultado é consequência direta da luta contra a inflação, da estabilidade macroeconômica e do fim de amarras que travavam o país.
A indigência também recuou, marcando 8,2%.
Além disso, a economia argentina registrou um superávit comercial histórico de US$ 18,8 bilhões (o maior já visto no país), impulsionado pelas exportações agrícolas, que subiram 19% em relação a 2023. O país ainda fechou o ano com superávit financeiro de 1,8% do PIB, algo inédito em mais de uma década.
Para um governo que enfrentou resistência da extrema-esquerda radical e violenta desde o primeiro dia, os números mostram que cortar privilégios e apertar o cinto começa a dar resultado.
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