Candidata comunista, Alice Portugal comentou, em entrevista ao BNews, sua autodeclaração de “parda” no Tribunal Regional Eleitoral.
Disse a comunista:
“Eu sou uma pessoa brasileira, não negra, antirracista e minha declaração está de acordo com o TRE. Sou uma mulher filha de uma costureira branca e um homem mestiço baiano, de São Sebastião do Passé, sou parda. É importante dizer que, o que talvez socialmente aparente, não me livrou de ser chamada de ‘moça do livro’ na fila de inscrições dos deputados brancos sulistas, por mais de uma vez. Então essa é a realidade da nossa condição étnico-racial do Brasil, discriminação também, mesmo não tendo a melanina totalmente concentrada”.
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