Foto: Reprodução/Estadão
O Parlamento argentino aprovou a reforma da Previdência apoiada pelo governo do presidente Mauricio Macri e que provocou violentos protestos, que deixaram dezenas de feridos e detidos, paralelamente aos debates que duraram mais de 17 horas. A reforma foi aprovada por 128 votos contra 116, além de duas abstenções. Milhares de pessoas protestaram nas ruas contra a lei que modifica o cálculo das pensões de 17 milhões de pessoas, de uma população total de 42 milhões. A reforma é uma das medidas de Macri para tentar reduzir o déficit fiscal, estimado em 5%. A expectativa é que permita uma economia de US$ 5,5 bilhões em 2018, o equivalente a um quinto de déficit.
Manifestantes e policiais argentinos se enfrentaram de forma violenta na tarde de anteontem diante do Congresso nacional, onde deputados debatiam a reforma da Previdência, proposta pelo governo do presidente Mauricio Macri. Desde 2001, quando a Argentina mergulhou em uma grave recessão econômica, não se registravam embates tão violentos no país como os de anteontem. Os choques duraram mais de sete horas e, segundo a agência de notícias Associated Press, pelo menos 100 pessoas – de ambos os lados – ficaram feridas, muitas com fraturas, e foram encaminhadas a hospitais. O canal de notícias TN informou que 48 manifestantes foram presos e, conforme Alberto Crescenti, autoridade de saúde do país, 48 policiais foram feridos.
Os choques duraram mais de sete horas e, segundo a agência de notícias Associated Press, pelo menos 100 pessoas – de ambos os lados – ficaram feridas, muitas com fraturas, e foram encaminhadas a hospitais. O canal de notícias TN informou que 48 manifestantes foram presos e, segundo Alberto Crescenti, autoridade de saúde do país, 48 policiais foram feridos. Essa foi a segunda vez em que o governo tentou aprovar a lei, que também regulamenta os subsídios sociais. Na quinta-feira passada, a sessão na Câmara dos Deputados foi interrompida por causa dos confrontos. Na ocasião, os manifestantes empunhavam cartazes onde se lia “aqui não é o Brasil”, em referência à relativamente fácil aprovação da reforma trabalhista no vizinho.
Fonte: AFP, AP e EFE
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