Lula Marques / Agência Brasil
O Conselho de Ética da Câmara aprovou por 13 votos a 5 o parecer que pede a cassação do mandato de Glauber Braga (PSOL-RJ), acusado de agredir com chutes e empurrões um militante do MBL dentro do Congresso. A extrema-esquerda reagiu com gritaria, tumulto e tentativas de adiar a sessão, mas o relator Paulo Magalhães (PSD-BA) manteve firme sua posição: “Essa é a posição do relator”.
Glauber, em um gesto típico da teatralidade da esquerda, anunciou greve de fome e disse que ficará sem se alimentar até a conclusão do processo.
O deputado do PSOL, protegido dos setores mais radicais do governo Lula, se diz perseguido. Mas os fatos falam mais alto: o próprio presidente do Conselho, Leur Lomanto Júnior (União-BA), precisou pedir à Polícia Legislativa que retirasse os militantes do PSOL do plenário devido à bagunça. O deputado Delegado Fábio Costa foi direto: “Ele não tem possibilidade de estar aqui na Câmara. Agressões físicas, total desequilíbrio, instabilidade emocional”.
Agora, o caso segue para a Comissão de Constituição e Justiça. Se o recurso for rejeitado, a cassação vai ao plenário da Câmara, onde são necessários 257 votos. Nos bastidores, governistas tentam blindar Glauber e articular uma manobra para trocar a cassação por suspensão, como se um chute num cidadão fosse algo leve.
A esquerda, mais uma vez, tenta tratar agressão como se fosse debate político.
A tensão entre Eduardo Bolsonaro, Alexandre de Moraes e Tabata Amaral ganhou um novo capítulo…
A delação que envolve o ex-deputado federal Uldurico Júnior trouxe à tona um enredo grave…
Uma investigação exibida pelo Fantástico colocou o nome de MC Ryan SP no centro de…
Os beneficiários do Instituto Nacional do Seguro Social já podem consultar a prévia dos valores…
A operação conjunta entre forças de segurança da Bahia e do Rio de Janeiro escancarou…
Um forte terremoto de magnitude 7,5 atingiu a costa do Japão nesta segunda-feira (20), provocando…
This website uses cookies.